domingo, 4 de setembro de 2011

Um galho, outro galho. Ainda consegue virar a cabeça para trás enquanto salta?
Seus destinos já têm cada qual o seu cipó? Ei, é com você que estou falando! Há quantos por hora você anda que não olha, ora?
Não quero nada ardiloso, só queria sentar ali no mesmo bar, talvez umas duas ou três cervejas a menos.
Isso de se incomodar com o mundo não me rejuvenesce? Minha fibra moral me faz velho ou lúcido?
Vão dizer por aí, sem olhar para meus olhos, que minto.