sábado, 13 de agosto de 2011

Vai que

Lelê, eu não sou triste. O mundo não é pesado pra mim.
Guito, eu escrevo como quem corta os pulsos? Quem disse que eu sou a arte que faço? Quem disse que isso é arte? Quem disse que há esmero nessa joça?
Mãe, você não lê isso aqui, né? Já é tarde pra dizer.
Fritz, vou repetir: mano, como é bão esse negócio de viver.

Um comentário:

ArthurMCampos disse...

Cê tem um jeito malandro de escrever,curti. Nossos nomes são parentes.